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domingo, 27 de novembro de 2011

Comunicado do Núcleo do Centro Distr. do Porto do Instituto da Segurança Social

O Núcleo dos Trabalhadores Sociais-Democratas do Centro Distrital do Porto do Instituto da Segurança Social, I.P. atento às condições actuais da região e do país e consciente das dificuldades que se avizinham em resultado das políticas de contenção orçamental a que o país se encontra obrigado para ultrapassar esta crise, vem publicamente congratular-se pelas mudanças operadas na gestão do nosso Centro Distrital e expressar aos seus novos dirigentes os mais sinceros votos de sucesso no exercício dos respectivos cargos.

Entende ainda este núcleo - como é apanágio dos dirigentes da linha reformista - que as pessoas em causa pautarão por uma gestão assente em critérios de competência, dedicação e lealdade para com os objectivos e nobre missão do nosso Instituto, assim contribuindo para as necessárias mudanças no país, num contexto que exigirá um rigor redobrado, decisões equilibradas e justas, em que o rigor e o bom senso imperem, de modo a garantirmos a implementação das políticas activas de apoio às populações mais desfavorecidas – idosos, deficientes e crianças – da forma mais eficaz.

A todos os nossos colegas, trabalhadores do CDSS Porto, apelamos ao mais sentido de empenho e dedicação nestes tempos difíceis. Apenas de uma forma construtiva e solidária contribuiremos para novos dias de confiança e desenvolvimento, desafios que teremos de ultrapassar em prol do nosso desígnio Nacional.

Porto, 25 de Novembro 2011

O Núcleo do CDSSP-ISS.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Comunicado: Carta ao Dr. Pedro Passos Coelho

COMUNICADO DA SECÇÃO LABORAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Exmo. Sr. Primeiro-ministro de Portugal, Dr. Pedro Passo Coelho:

Nos últimos anos a aplicação de diversa legislação e regulamentação do trabalho no sector público tem vindo a ser paulatinamente desvirtuada pela satisfação de interesses partidários exclusivos do Partido Socialista, visando em primeiro lugar responder a uma clientela ao invés de se suportarem, como é de direito, em planos de transparência e justiça que premeiem a competência.

Ao abordarmos esta questão, como é óbvio, não nos estamos a debruçar sobre os cargos de alta direcção que implicam responsabilidade na implementação das políticas definidas pelos Governos, mas sim sobre a ocupação de cargos de direcção intermédia, que até há uns anos eram precedidos de nomeação política, mas que no quadro legislativo actual decorrem de concursos públicos e procedimentos que se deveriam caracterizar pelos princípios atrás mencionados.

Tal situação é deveras preocupante e, em nossa opinião, pode e deve ser alvo da responsabilidade civil daqueles que indevidamente conduziram e promoveram tais concursos e processos de selecção baseados no obscurantismo, na falta de princípios e na negociata política, prejudicando os demais e a confiança dos cidadãos no Estado.

Um dos exemplos é o que se verifica no distrito do Porto, e que perpassa para o distrito de Braga, ao nível do ISS - Instituto da Segurança Social, IP e do IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP

Baseados na denúncia que atempadamente o Núcleo do IEFP dos TSD do Porto promoveu, esta secção laboral veio desmascarar a estratégia do Partido Socialista visando a ocupação indevida dos lugares de Direcção Intermédia desses institutos de uma forma tentacular.

E esta denúncia, bem concreta, espelha claramente o detalhe das operações do aparelho do PS, porventura apadrinhado pelos seus pinaculares órgãos, visando a partidarização do Estado pelo PS, deixando para trás um campo minado, cheio de garantidas surpresas para o novo Governo.

No final de 2009, fruto da necessária aplicação do novo regime de contrato de trabalho em funções públicas o IEFP viu “cair” todas as suas chefias intermédias. No inicio de 2010 o Conselho Directivo daquele Instituto nomeou um conjunto de pessoas para os cargos de direcção intermédia de 1.º grau com o intuito de levar a cabo os concursos devidos dando continuidade ao saneamento partidário das estruturas da A. P. Hoje, passados mais de catorze meses, por quaisquer razões desconhecidas mas que se adivinham, os resultados de tais concursos ainda não são conhecidos, excepto no que refere a alguns cargos que hoje são ocupados, por exemplo, por pessoas que têm no PS lugares de manifesta acção política.

Aliás, tais nomeações, incluindo as de carácter provisório, foram clara e amplamente denunciadas na esfera pública e política nacional, designadamente através da iniciativa do CDS em promover a audição parlamentar da Sra. Ministra do Trabalho e Segurança Social sobre as razões das mesmas.

Hoje, depois de conhecidos os resultados dos diversos concursos, as inúmeras peripécias, os infindáveis desvirtuamentos e as incontáveis ilegalidades que os rodearam, esta secção tem a clara certeza que as nomeações que daí advirão resultam de conveniências partidárias pouco ou nada abonadoras de uma Administração Pública que deve prosseguir a sua acção sustentada nas competências dos seus dirigentes.

Neste período, a cerca de um mês antes das eleições, o ISS – Instituto da Segurança Social, no Distrito do Porto e no Distrito de Braga, promoveu a abertura de numerosos concursos para cargos de Direcção Intermédia cujos membros dos Júris são, pessoas que dirigem estruturas do Partido Socialista nestes distritos, que ocupam lugares de direcção no IEFP e no ISS.

Mais. É também público que o Subdelegado Regional do Norte do IEFP foi opositor a Concursos do ISS no distrito de Braga e que nos concursos promovidos eram membros do júri duas SUAS subordinadas directas na Delegação Regional do Norte do IEFP. Maior transparência e clareza de intenções são impossíveis. Mas em abono da verdade esse concurso deve ser liminarmente anulado!

Nesta perspectiva, entende esta secção que a falta de controlo, a forma e os procedimentos inquinaram alarvemente a promessa que o sistema de nomeação por concurso resultaria na selecção daqueles que melhor e mais competentemente exerceriam as funções em causa.

É assim pertinaz defender, em consonância com a opinião de Paulo de Moura Marques, especialista na área prática de Direito Público, que o futuro Governo deve revogar as nomeações por entender «existir algo que se compreenda como ilegal». Ou seja, porque o próprio procedimento administrativo de nomeação não está correcto, e desta forma é perfeitamente legítimo que as pessoas “escolhidas” não ocupem esses cargos porque as nomeações ainda não foram tornadas públicas, tal como defende Bacelar Vasconcelos, especialista em Direito Constitucional.

A questão que se coloca e que reveste carácter fundamental é a de saber se, com este tipo de dirigentes que emergem claramente do Partido Socialista e das suas secções locais, será possível implementar as políticas de reforma e moralização do funcionamento da A. P. e em particular do ISS e do IEFP? Será concebível que, depois de dezasseis anos de tomada de poder e ocupação de cargos dirigentes por parte dos homens e mulheres do aparelho socialista, a coligação do Governo consiga implementar as políticas que se desejam e que urgem fazer? Será que a máquina da A. P. estará a trabalhar em favor do país dirigida por esta gente? Ou estará antes a desenvolver processos de “contravapor” que mais não visam do que minar a acção política do Governo e paralisar o seu Plano de Governo.

Urge, portanto, que o Governo que tomará posse brevemente impeça este assalto final ao aparelho do Estado provindo de quem, nos últimos anos, foi participante activo no desgoverno e na implementação de acções ou na prática de omissões que conduziram Portugal ao estado lastimável em que nos encontramos presentemente. O PSD e o Governo que ele apoia não conseguirão desenvolver uma acção positiva se se encarregar as pessoas que aqui nos trouxeram de o fazer. Se as instituições por eles dirigidas obtiveram os péssimos resultados que obtiveram, mudarão eles da noite para o dia, e passarão a ser competentes, zelosos e colaborantes com o novo Governo, desempenhando o seu papel de forma leal? Há bastas razões para duvidar disso. Os exemplos passados de habilidades, artimanhas e estratagemas de perpetuação no poder não nos inspiram qualquer tipo de confiança.

Secção Laboral da Administração Pública dos TSD Porto.

Porto, 17 de Junho de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os trabalhadores da administração pública pagam os erros do laxismo socialista.

Frutos de anos consecutivos de erros e incompetência na gestão do país, o Partido Socialista tem vindo a obrigar os trabalhadores da administração pública a pagar os prejuízos da aplicação de politicas erróneas, descabidas e irresponsáveis, sonegando-lhes os direitos adquiridos ao longo de carreiras ao serviço do Estado, impondo-lhes restrições à sua liberdade de trabalho e sendo inconsequente na forma como nomeia os seus dirigentes, numa postura estatizante, clientelar e detioradora da qualidade dos serviços que os organismos do Estado podem prestar aos cidadãos. O mais irónico é que, no meio desta progressiva degradação, os trabalhadores de alguns bastiões do Partido Socialista, nomeadamente o Instituto da Segurança Social, IP, bem como o organismos satélites deste, nomeadamente os Centros de Cultura e Desporto dos Serviços Distritais da Segurança Social estão a ser bastante prejudicados e - a coberto dessa disciplina partidária - os dirigentes dos Centros distritais e os dirigentes dos CCD’s nada fazem senão justificarem-se junto dos associados porque estão subjugados à disciplina partidária do Partido Socialista. Senão vejamos. “Os centros de cultura e desporto da segurança social são associações de trabalhadores dos sistema público da segurança social que há quase ste décadas desenvolvem actividades em prol dos trabalhadores, na promoção do seu bem-estar social, cultural, físico e intelectual, contribuindo assim para o reforço da cultura profissional, da coesão e dimensão social, do espírito de equipa e de missão, para a melhoria da qualidade do serviço prestado e da produtividade, neste sector da administração pública”.

Nesta sua função, estes centros foram sendo apoiados pelo Estado desde o 25 de Abril, que lhes reconhecia a sua importância, mas desde 2007 o Governo de José Sócrates tem vindo sucessivamente a pô-los em causa , retirando-lhes progressivamente os apoios. No início deste ano, o Instituto da Segurança Social, IP, de forma velada e acoberto de uma recomendação ao Governo feita pelo Tribunal de Contas, tendo como principal responsável o Sr. Secretário de Estado da Segurança Social - Dr. Pedro Marques, veio suspender todos os apoios a estes centros, pondo em causa 400 postos de trabalho dessas instituições, bem como a suspensão de uma grande parte de benefícios que estavam convencionados para TODOS os trabalhadores da Segurança Social. De estranhar é que só agora os sócios desses Centros de Cultura e Desporto venham a ser informados destas questões, pois em último caso serão estes que terão de cobrir o prejuízo de 500 mil euros que a Associação de Nacional de Centros de Cultura e Desporto da Segurança Social refere existir de dívida.

Do ponto de vista politico não podemos também deixar de relevar o facto conhecido de que os CCD’s são maioritariamente geridos por pessoas afectas ao Partido Socialista, por conseguinte “percebemos” porque tendo esses dirigentes associativos plena convicção da sua razão - inclusive alicerçada em pareceres jurídicos - não tenham decidido interpor uma providência cautelar ao invés de se lamuriarem e se decidirem por gerir a situação de forma amadora, cortando os benefícios a todos os trabalhadores e reformados da Segurança Social.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

9 em cada 10 europeus querem acção urgente contra a pobreza

73% dos europeus consideram que a pobreza é um problema que se está a propagar nos respectivos países e 89% reclamam dos governos uma acção urgente para o combater. São estas as principais conclusões de um novo inquérito Eurobarómetro sobre as atitudes face à pobreza e à exclusão social, apresentado hoje pela Comissão Europeia. O inquérito surge no âmbito da preparação do Ano Europeu contra a Pobreza, em 2010.

«Estes resultados mostram até que ponto os europeus estão conscientes dos problemas da pobreza e da exclusão social na sociedade de hoje e querem que se faça mais para os resolver», afirmou o Comissário responsável pelos Assuntos Sociais, Vladimir Špidla. «Ainda que a maioria das pessoas considere que os governos nacionais são os principais responsáveis, três quartos esperam que a UE desempenhe um papel importante neste contexto. O Ano Europeu que assinalaremos em 2010 será a oportunidade perfeita de colocar o combate à pobreza no cerne das preocupações em toda a UE.»

Perante o cenário desolador de quase 80 milhões de pessoas - ou seja, 16% da população da UE - a viverem abaixo do limiar de pobreza e a enfrentarem graves obstáculos no acesso ao emprego, à educação, a estruturas sociais e a serviços financeiros, o inquérito hoje apresentado ilustra as várias facetas da pobreza e da exclusão social.

Os cidadãos da UE estão fortemente conscientes dos problemas da pobreza e da exclusão social, com 73% dos inquiridos a considerarem que a pobreza é um fenómeno que alastra no seu país.

O desemprego elevado (52%) e os baixos salários (49%) são as explicações «sociais» que mais são apontadas para a pobreza, juntamente com a insuficiência das prestações sociais e das pensões (29%) e o custo excessivo de uma habitação condigna (26%). Por outro lado, a falta de educação, formação ou competências (37%), assim como a pobreza «herdada» (25%) e a toxicodependência (23%) são apontadas como razões «pessoais» que explicam a pobreza.

Mais de metade dos europeus (56%) acredita que os desempregados correm um maior risco de pobreza, ao passo que 41% consideram ser os idosos a categoria mais vulnerável e 31% referem as pessoas com baixos níveis de educação, formação ou competências.
Quase nove em cada dez europeus (87%) crêem que a pobreza é um obstáculo ao acesso a uma habitação condigna, oito em cada dez acham que limita o acesso ao ensino superior ou a educação de adultos e 74% consideram que reduz as possibilidades de encontrar um emprego. A maioria dos europeus (60%) acredita que afecta também o acesso a um ensino básico de qualidade e 54% pensam que a capacidade de manter uma rede de amigos e conhecidos é limitada pela pobreza.
Em média, 89% dos europeus afirmam que é necessário e urgente os governos agirem para combater a pobreza. Em toda a Europa, 53% dos cidadãos imputam aos governos nacionais a principal responsabilidade neste combate. Mesmo que os europeus não considerem a União Europeia a principal responsável pela luta contra a pobreza, o seu papel é, porém, destacado por muitos (28% acham que é «muito importante» e 46% «de alguma forma importante»).
O inquérito Eurobarómetro foi realizado entre 28 de Agosto e 17 de Setembro de 2009. No conjunto, foram entrevistados presencialmente quase 27 000 cidadãos em todos os Estados-Membros da UE, os quais haviam sido seleccionados de forma aleatória.

Há dez anos, os líderes da UE comprometeram-se a tomar medidas com impacto decisivo na erradicação da pobreza até 2010. No entanto, actualmente é significativo o número de europeus que ainda vivem na pobreza e têm acesso limitado a serviços básicos, como os cuidados de saúde. A pobreza e a exclusão não afectam só o bem-estar dos indivíduos e a sua capacidade de participar na sociedade; constituem também um impedimento ao desenvolvimento económico. Tendo em conta estes factos, a UE destaca a importância de assumir uma responsabilidade colectiva no combate à pobreza, envolvendo os decisores políticos e os agentes dos sectores público e privado. O
A no Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social em 2010 procurará dar voz aos que as sofrem no dia-a-dia.

Mais informações

MEMO/09/480

Relatório do inquérito Eurobarómetro

http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_321_en.pdf

Ano Europeu de Combate à Pobreza

http://ec.europa.eu/social/main.jsp?langId=en&catId=637

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http://ec.europa.eu/social/e-newsletter

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Esclarecimento sobre Modelo de Financiamento da Segurança Social

Esclarecimento da Presidente do PSD, Dr.ª Manuela Ferreira Leite, sobre as mentiras que o PS tem dirigido relativamente ao discurso do PSD em matéria de Segurança Social.