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domingo, 4 de dezembro de 2011

TSD PORTO Participam (2011.12.04)

Sessão Evocativa em Memória do Dr. Francisco Sá Carneiro



Fotos por: PSD Distrital Porto

Homenagem e Agradecimento


Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro faleceu na noite de 4 de Dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca completamente esclarecidas, quando o avião no qual seguia se despenhou em Camarate, pouco depois da descolagem do aeroporto de Lisboa, quando se dirigia ao Porto para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o General António Soares Carneiro. Juntamente com ele faleceu o Ministro da Defesa, o democrata-cristão Adelino Amaro da Costa, bem como a sua companheira Snu Abecassis, para além de assessores, piloto e co-piloto.



Por ser O exemplo para o bem político, homem com fortes convicções e carismático, faz parte do restrito lote de políticos que os Trabalhadores Portugueses podem admirar! 

Por isso, neste dia, os TSD do Porto não podem deixar de prestar-lhe homenagem e deixar o seu testemunho de agradecimento ao Homem, ao Político, ao Estadista que foi Francisco Sá Carneiro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

COMUNICADO

O País atravessa uma situação económica, social e política, da maior gravidade; o desemprego atinge níveis nunca vistos e nunca imaginados; o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior e são aos milhares os portugueses e famílias de portugueses a viver no limiar da pobreza.
Se o presente é assim inquietante, o futuro próximo é mais preocupante. Desde 1995 até hoje, já lá vão 15 anos. A governação do país, com excepção de dois anos e pouco, tem sido da responsabilidade única do PS, sendo de maioria absoluta os últimos 4 anos e meio. Não há, pois, desculpa para tanto desleixo e tanto abandono com o povo português, principalmente com os mais desfavorecidos.
O PS é o principal culpado e é o principal responsável pela ausência de medidas de combate à crise, pelo desajuste das mesmas e, acima de tudo, por não falar verdade com medo de perder eleições.
Neste espaço de tempo, nos tais últimos 15 anos, que fez o PSD?
Custa, mas é verdade, andou a brincar às lideranças. Tivemos neste espaço de tempo, nada mais nada menos, que 7 líderes: Nogueira, Marcelo, Durão, Santana, Mendes, Menezes e agora Manuela. Neste intervalo de tempo e sem uma liderança eficaz, aprofundou-se uma tomada de poder, nas estruturas intermédias do Partido, por um conjunto de companheiros a exercer, em simultâneo, vários cargos políticos, tornando-se quase donos do Partido. É onde estamos e de onde precisamos de sair. O Partido precisa de respirar liberdade, libertar-se de métodos que perpetuam este estado de coisas e abrir-se a um profundo debate interno, plural, sereno, firme e transparente. Têm que ser promovidas e introduzidas alterações estatutárias que evitem a actual situação em que nos encontramos. O Partido tem que voltar a ser dos militantes e não de alguns dirigentes, como agora é.
O País precisa, para sair da crise, de um PSD forte, mas identificado com as grandes necessidades de Portugal e dos Portugueses. Precisa de ser portador, na sua mensagem diária, das inquietações das famílias e dos trabalhadores. O actual estado do PSD é a maior e a melhor bengala do PS.
Ou mudamos o PSD e mudamos o País, a caminho de um verdadeiro estado social, ou teremos crise para muitos e muitos anos. Somos, assim, pelo debate; somos, assim, pela realização do congresso; somos, assim, por alterações estatutárias; somos assim e queremos regressar ao seio de milhões de portugueses que escolheram o nosso partido, nestes últimos 35 anos, como grupo de pessoas capaz de fazer um Portugal Europeu, ganhador e com dignidade.
Precisamos de um PSD "à Sá Carneiro", desinibido, frontal e identificado com os portugueses.

Os Órgãos Distritais dos TSDs Porto