segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
2012.10.23. Reunião do Secretariado Distrital com os orgãos distritais
Ao final da tarde desta terça-feira, o Secretariado Distrital dos TSD do Porto reuniu com as Secções Laborais dos Correios e Telecomunicações, Bancários, Administração Pública, Energia, Transportes e Seguros para efectuar a regular análise da situação política de índole laboral e sectorial no distrito do Porto, das políticas nacionais e do comportamento do mercado de trabalho.
Enquanto estrutura do sector laboral do PSD foram analisadas algumas situações de crispação politica que tem vindo a prejudicar o sentido da governação do País, tomando esta estrutura como fundamental a necessidade de se manter um clima de paz social, necessário ao cumprimento das obrigações do nosso País junto dos credores internacionais.
No final da reunião destacou-se o facto de se ter obtido conhecimento que algumas greves promovidas sob a égide da CGTP foram desenvolvidas sem um adequado e cuidado controlo por parte da central sindical, e/ou dos sindicatos aderentes e filiados, o que prejudica seriamente o movimento de defesa de cariz sindical, e poderia ter resultado em prejuizo dos próprios trabalhadores.
Porto, 23 outubro 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Comunicado dos TSD do Distrito do Porto sobre as medidas preconizadas na proposta de OE2013
O Secretariado Distrital dos Trabalhadores Sociais Democratas do Distrito do Porto reuniu de forma alargada com as Secções Laborais e Núcleos de Empresa do Distrito para analisar a situação social, politica e económica do Distrito, assim como as medidas propostas e já conhecidas a constar na proposta de Orçamento de Estado para 2013, designadamente quanto às alterações à TSU.
Assim, analisado o comunicado do Secretariado Nacional dos Trabalhadores Sociais Democratas, entenderam todos os órgãos presentes subscrever integralmente o referido comunicado (disponível em http:// www.tsdporto.blogspot.pt/2012/ 09/ posicao-do-secretariado-naciona l-tsd.html), alertando para a necessidade de se imporem critérios de equidade, justiça, coesão social e ponderação nas medidas que vierem a ser tomadas em todos os sectores, de modo a propiciar bases objetivas para o desenvolvimento do país de forma sustentável e territorialmente coesa, com o compromisso de TODOS.
Entende assim esta estrutura que que é urgente que o OE 2013, assente nas necessárias medidas de austeridade, deve prever os instrumentos necessários à dinamização da economia e promoção do emprego, imprescindíveis à revitalização do tecido empresarial e conducentes às reformas estruturais que nos tirem deste "buraco" que foi deixado pelo Partido Socialista.
Entendem assim que se deve seguir o trilho do compromisso e da responsabilidade, não deitando por terra os sucessos alcançados ao longo do último ano, e esperando que o Governo veja renovado o apoio e confiança que até aqui conseguiu dos Portugueses, demonstrado pela paz social que foi conseguida neste período, apenas ferida pela medida da TSU recentemente anunciada.
Numa perspetiva distrital - que não pode ser dissociada da região onde se insere - entende o Secretariado Distrital salientar que o Distrito do Porto tem sido particularmente atingido pelas políticas implementadas ao longo da última década, ao contrário de outras regiões ou distritos.
O Porto é o distrito que atualmente lidera os tristes rankings do número de insolvências, do número de desempregados subsidiados, do número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (cerca de 25% do Total do continente) e com uma taxa de desemprego muito elevada quando comparada com a média nacional. Urge, portanto, um desenho de políticas e intervenções orientadas para estes problemas, constituindo-se assim um primeiro momento de viragem e alento para a região mais pobre e simultaneamente mais exportadora do país - O NORTE.
2012.09.18
O Secretariado Distrital do Porto dos TSD
sábado, 15 de setembro de 2012
POSIÇÃO DO SECRETARIADO NACIONAL TSD SOBRE AS MEDIDAS ANUNCIADAS PARA O OE 2013
O Secretariado Nacional dos TSD – Trabalhadores Social-Democratas reuniu hoje na sua sede em Lisboa para analisar a situação política, económica e social, designadamente a situação criada com anúncio das medidas a constar da Proposta de Orçamento de Estado para 2013 e entende declarar o seguinte:
1. Portugal completou com sucesso a sua quinta avaliação trimestral por parte da Troika. Os TSD saúdam este facto bem como o alargamento, por um ano, das metas orçamentais propostas para o nosso país.
2. Esta avaliação positiva deve ser entendida como o resultado, por um lado, de um planeamento governativo necessário e, por outro lado, da coesão política e social que tem existido e de uma adesão da maioria dos portugueses à necessidade de sacrifícios do ponto de vista económico e social como, de resto, é amplamente reconhecido a nível nacional e internacional.
3. Ainda assim e apesar de estar a trilhar o caminho correcto, o nosso país encontra-se ainda a meio do seu programa de assistência, sendo conveniente que se mantenha o esforço colectivo no sentido de ser bem sucedido até ao seu final e recuperar a sua plena soberania em matéria económica e financeira - situação que actualmente não se verifica.
4. Sem embargo, o anúncio da intenção do Governo de alterar a TSU (Taxa Social Única) na componente do trabalhador, com efeitos a partir de 2013, veio introduzir uma preocupante perturbação no consenso social e político existente até aqui e poderá minar a relação de confiança que tem existido entre o Executivo e os cidadãos e que tem sido a base do sucesso do resgate português.
5. Desde logo e demagogicamente, o Partido Socialista - cujos Governos foram directamente responsáveis pela dramática situação económica e financeira que motivou o pedido de resgate internacional - aproveitou esse pretexto e optou por romper com a sua vinculação ao Memorando de Entendimento que negociou e assinou com a Troika em nome do Estado Português. Os TSD lamentam este facto, já que o PS não deixou qualquer espaço ao entendimento e preferiu optar pelo alinhamento com o populismo da extrema-esquerda, em lugar da convergência com os Partidos da coligação em nome do interesse nacional numa conjuntura tão difícil.
6. Relativamente ao anúncio da intenção do Governo de alterar a relação de cálculo da TSU entre trabalhador e empresa, os TSD entendem que a mesma penaliza os rendimentos do trabalho, ao mesmo tempo que desonera os empregadores de uma forma generalizada e cega. De igual modo, a prevista redução adicional das pensões, agrava o rendimento dos pensionistas e aposentados.
7. Estas intenções podem traduzir-se numa penalização forte dos trabalhadores no activo e aposentados e, por esse motivo, delas discordamos.
8. Embora reconhecendo que, a chamada desvalorização fiscal, pode até ser benéfica para a competitividade de algumas empresas de bens e serviços transaccionáveis, a sua generalização ao universo das empresas nacionais, com base no aumento da comparticipação do trabalhador para a TSU de 11% para 18%, terá efeitos perniciosos no consumo das famílias e na sobrevivência de muitas empresas dele dependentes gerando um aumento do desemprego por essa via.
9. Entendemos que, alternativamente, se poderá operar uma selectividade na desvalorização fiscal, discriminando positivamente as empresas de bens e serviços transaccionáveis (eventualmente até em percentagem superior aos 5,75 % já que o seu número é relativamente reduzido face ao universo) mas cujo financiamento deverá assentar sobre o consumo e não sobre o rendimento do trabalho.
10. Face ao forte impacto que o anúncio da referida intenção teve junto da opinião pública, os TSD pedem ao Governo a sua total disponibilidade para o diálogo com os Parceiros Sociais de modo a que, em sede de Concertação Social, possam ser consensualizadas medidas que, ao mesmo tempo que permitam cumprir os compromissos internacionais a que Portugal está vinculado, não penalizem, mais uma vez e fortemente, os trabalhadores e os pensionistas sob pena da conflitualidade social poder comprometer os esforços colectivos.
Lisboa, 15 de Setembro de 2012
Pelo Secretariado Nacional
Pedro Roque
Secretário Geral
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O GOVERNO DEVE PUGNAR PELA EQUIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS SACRIFÍCIOS E PELO DO DIÁLOGO SOCIAL
O GOVERNO DEVE PUGNAR PELA EFETIVA EQUIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS SACRIFÍCIOS E PELA MANUTENÇÃO DO DIÁLOGO SOCIAL EM PORTUGAL
Em declaração pública na passada sexta-feira o Primeiro Ministro de Portugal anunciou um conjunto de medidas para o Orçamento de Estado de 2013.
Face quer ao anúncio, quer às inúmeras reações que suscitou na opinião pública, o Secretariado Executivo dos TSD entende declarar o seguinte:
1. Entendemos que Portugal continua a enfrentar desafios cruciais no futuro imediato devido às opções de desenvolvimento erradas dos últimos anos por parte dos governos socialistas e que motivaram a necessidade de um resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional para fazer face às dificuldades financeiras.
2. Vencer este desafio é estratégico para o país. Até ao momento, e com inegável sucesso, os portugueses e o Governo tem feito um esforço decisivo para levar de vencida as enormes dificuldades. Para isso tem sido fundamental, por um lado, a sensação de justiça na distribuição dos sacrifícios e, por outro, o Acordo de Concertação Social alcançado entre Governo e Parceiros.
3. Todavia, os TSD entendem que não terá existido a ponderação suficiente na referida comunicação efetuada aos portugueses e que, a mesma, terá contribuído para uma indesejável deterioração da confiança entre a opinião pública e o Executivo.
4. As medidas anunciadas de modo concreto transmitem a incómoda sensação de se onerarem os rendimentos do Trabalho e, ao invés, desonerarem os rendimentos do capital. Tal sensação vem minar a indispensável confiança que tem de existir entre governantes e governados (sobretudo os que vivem do seu salário).
5. De igual modo, esta quebra de confiança pode pôr em causa a coesão social e o Acordo alcançado entre Governo e Parceiros de que, aliás, o Primeiro Ministro foi o principal obreiro. Tal facto constituiria um forte revés no caminho de superação das dificuldades que tem vindo a ser trilhado com sucesso até ao momento como é internacionalmente reconhecido.
6. Exortamos o Governo a que possa, quanto antes, esclarecer com detalhe como é que pretende concretamente desfazer a sensação criada, por forma a repor a sensação de equidade e de justiça e retomar a confiança dos cidadãos e dos parceiros indispensável para que Portugal possa continuar a trilhar a sua recuperação económica e social.
Os TSD reunirão, no próximo sábado, pelas 10:00 na sua sede em Lisboa, o Secretariado Nacional para analisar com maior detalhe e profundidade este assunto relevante.
Lisboa, 10 de Setembro de 2012
Pelo Secretariado Executivo,
Pedro Roque
Secretário Geral
Em declaração pública na passada sexta-feira o Primeiro Ministro de Portugal anunciou um conjunto de medidas para o Orçamento de Estado de 2013.
Face quer ao anúncio, quer às inúmeras reações que suscitou na opinião pública, o Secretariado Executivo dos TSD entende declarar o seguinte:
1. Entendemos que Portugal continua a enfrentar desafios cruciais no futuro imediato devido às opções de desenvolvimento erradas dos últimos anos por parte dos governos socialistas e que motivaram a necessidade de um resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional para fazer face às dificuldades financeiras.
2. Vencer este desafio é estratégico para o país. Até ao momento, e com inegável sucesso, os portugueses e o Governo tem feito um esforço decisivo para levar de vencida as enormes dificuldades. Para isso tem sido fundamental, por um lado, a sensação de justiça na distribuição dos sacrifícios e, por outro, o Acordo de Concertação Social alcançado entre Governo e Parceiros.
3. Todavia, os TSD entendem que não terá existido a ponderação suficiente na referida comunicação efetuada aos portugueses e que, a mesma, terá contribuído para uma indesejável deterioração da confiança entre a opinião pública e o Executivo.
4. As medidas anunciadas de modo concreto transmitem a incómoda sensação de se onerarem os rendimentos do Trabalho e, ao invés, desonerarem os rendimentos do capital. Tal sensação vem minar a indispensável confiança que tem de existir entre governantes e governados (sobretudo os que vivem do seu salário).
5. De igual modo, esta quebra de confiança pode pôr em causa a coesão social e o Acordo alcançado entre Governo e Parceiros de que, aliás, o Primeiro Ministro foi o principal obreiro. Tal facto constituiria um forte revés no caminho de superação das dificuldades que tem vindo a ser trilhado com sucesso até ao momento como é internacionalmente reconhecido.
6. Exortamos o Governo a que possa, quanto antes, esclarecer com detalhe como é que pretende concretamente desfazer a sensação criada, por forma a repor a sensação de equidade e de justiça e retomar a confiança dos cidadãos e dos parceiros indispensável para que Portugal possa continuar a trilhar a sua recuperação económica e social.
Os TSD reunirão, no próximo sábado, pelas 10:00 na sua sede em Lisboa, o Secretariado Nacional para analisar com maior detalhe e profundidade este assunto relevante.
Lisboa, 10 de Setembro de 2012
Pelo Secretariado Executivo,
Pedro Roque
Secretário Geral
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
2012.08.27. Comunicado - Mudar Matosinhos!
Os Trabalhadores Social Democratas do distrito do Porto desde há algum tempo que olham com preocupação para a gestão do concelho de Matosinhos, principalmente porque de forma recorrente e quase constante são diversas as questões gravosas que colocam o munícipio na linha de uma desvalorização económica e social, contrária aos recursos e potencialidades do concelho.
Em primeiro lugar, constitui principal preocupação dos TSD o fenómeno do aumento do desemprego. De facto, em Matosinhos, no final de 2008 o desemprego registado pelo INE era de 6830 trabalhadores, enquanto que em Janeiro de 2010 já era 9384, o que significa um aumento de 37% no espaço de 11 meses!, numa época onde o fenómeno do desemprego não tinha o significado e as razões actuais.
Perante esta situação, questionamos por onde andou o executivo camarário nestes últimos anos? Terá esquecido a sua população e a promoção económica e empresarial do concelho, para olhar para "futeboís" e interesses imobiliários?
Seja qual for a resposta, estamos certos que na perspectiva da população activa não foi feito aquilo que era necessário. E estamos certos que é possível fazer mais e melhor, com mais afinco, sem populismos e não dando como certo o apoio da população, pois entendemos que esta merecia ser mais bem tratada e acarinhada pela governação socialista deste concelho.
Os Matosinhenses não podem - não devem - esquecer que o Partido Socialista tem gerido o concelho com maioria absoluta desde o 25 de abril e que, desde então, muito este concelho perdeu face aos restantes concelhos da área metropolitana em termos de tecido económico e social!
Estamos também certos que em muitas outras áreas, desde ao urbanismo, à educação e ao apoio social, muitas oportunidades se perderam na gestão desta edilidade. No entanto, certo é que estas podem e devem ser reconquistadas em prol das pessoas do concelho, das suas crianças e idosos, rumo a um desenvolvimento mais sustentável e responsável perante todos os munícipes. E isso faz-se através de pessoas que conheçam a realidade do concelho, se debatam pelo seu futuro e pelo seu desenvolvimento.
Por tudo isto, os Trabalhadores Social Democratas do distrito do Porto sentem ser seu dever exprimir o apoio à mudança, ao desenvolvimento social e económico e ao reverter da desesperança, entendendo que só poderá ser protagonizada pela candidatura do Dr. Pedro Vinha da Costa - profundo conhecedor da situação do concelho - à Presidência da Câmara Municipal de Matosinhos.
Estamos convictos que os próprios Matosinhenses, na hora do voto, não terão dúvidas em acrescentar o seu voto à Mudança necessária - alternativa à pequenez das negociatas - em prol de um homem que defende a social-democracia e o desenvolvimento do concelho de forma responsável e solidária - Dr. Pedro Vinha da Costa!
O Secretariado Distrital do Porto dos Trabalhadores Social Democratas, 27 de Agosto 2012
Em primeiro lugar, constitui principal preocupação dos TSD o fenómeno do aumento do desemprego. De facto, em Matosinhos, no final de 2008 o desemprego registado pelo INE era de 6830 trabalhadores, enquanto que em Janeiro de 2010 já era 9384, o que significa um aumento de 37% no espaço de 11 meses!, numa época onde o fenómeno do desemprego não tinha o significado e as razões actuais.
Perante esta situação, questionamos por onde andou o executivo camarário nestes últimos anos? Terá esquecido a sua população e a promoção económica e empresarial do concelho, para olhar para "futeboís" e interesses imobiliários?
Seja qual for a resposta, estamos certos que na perspectiva da população activa não foi feito aquilo que era necessário. E estamos certos que é possível fazer mais e melhor, com mais afinco, sem populismos e não dando como certo o apoio da população, pois entendemos que esta merecia ser mais bem tratada e acarinhada pela governação socialista deste concelho.
Os Matosinhenses não podem - não devem - esquecer que o Partido Socialista tem gerido o concelho com maioria absoluta desde o 25 de abril e que, desde então, muito este concelho perdeu face aos restantes concelhos da área metropolitana em termos de tecido económico e social!
Estamos também certos que em muitas outras áreas, desde ao urbanismo, à educação e ao apoio social, muitas oportunidades se perderam na gestão desta edilidade. No entanto, certo é que estas podem e devem ser reconquistadas em prol das pessoas do concelho, das suas crianças e idosos, rumo a um desenvolvimento mais sustentável e responsável perante todos os munícipes. E isso faz-se através de pessoas que conheçam a realidade do concelho, se debatam pelo seu futuro e pelo seu desenvolvimento.
Por tudo isto, os Trabalhadores Social Democratas do distrito do Porto sentem ser seu dever exprimir o apoio à mudança, ao desenvolvimento social e económico e ao reverter da desesperança, entendendo que só poderá ser protagonizada pela candidatura do Dr. Pedro Vinha da Costa - profundo conhecedor da situação do concelho - à Presidência da Câmara Municipal de Matosinhos.
Estamos convictos que os próprios Matosinhenses, na hora do voto, não terão dúvidas em acrescentar o seu voto à Mudança necessária - alternativa à pequenez das negociatas - em prol de um homem que defende a social-democracia e o desenvolvimento do concelho de forma responsável e solidária - Dr. Pedro Vinha da Costa!
O Secretariado Distrital do Porto dos Trabalhadores Social Democratas, 27 de Agosto 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
2012.04.17. Reunião do Secretariado Distrital com os orgãos distritais
Ao final da tarde da passada terça-feira reuniu no sede da distrital do Porto o Secretariado Distrital com os Presidentes das secções laborais e núcleos de empresa com o objectivo de fazer o ponto de situação sobre a participação dos TSD no XXXIV Congresso do PSD, da situação politica, social e sindical do distrito e do País.
No que se refere à participação dos TSD no congresso os participantes na reunião congratularam-se pelo facto de se ter conseguido a melhor representação de sempre de TSD´s no Conselho Nacional do PSD, e por um dos vice-presidentes desta estrutura - Manuel Pereira Gomes - ter sido um dos eleitos em representação da estrutura dos TSD Porto.
Foi destacada a aprovação da proposta temática dos TSD, apresentada pelo Secretário Geral dos TSD- Dr. Pedro Roque, denominada "EM NOME DO FUTURO – REGENERAR PORTUGAL" sob o mote de uma frase proferida pelo fundador do nosso partido - Dr. Francisco Sá Carneiro, que dizia:
Entre outros assuntos, foram abordadas diversas questões sobre o funcionamento das estruturas sectoriais e da relevância que os TSD tem vindo a ter no quadro da manutenção da paz e tranquilidade social, nomeadamente no contexto do compromisso assumido para a competitividade e o emprego, que foi alvo de tributo pelo próprio Presidente do PSD - Dr. Pedro Passos Coelho - no discurso de abertura do XXXIV Congresso do PSD, cujo extrato que se transcreve:
"Não levarão a mal que eu aqui queira distinguir, em particular, as nossas organizações autónomas. Eu julgo que não tendo nunca feito parte dos TSD, ninguém tem dúvidas do respeito que nós temos pela nossa organização de trabalhadores. Eles estão hoje frequentemente na posição mais difícil, porque é justamente nessa área que a demagogia mais fácil é feita todos os dias e eles sabem resistir a essa demagogia e sabem discutir e argumentar por aquilo que não é mais simples, mas que tem mais força. Eu sei que os TSD também tiveram uma relevância muito grande para que pudéssemos chegar ao acordo tripartido que foi possível realizar em Portugal e quero aqui reconhecer esse tributo."
Foram ainda discutidas as razões das dificuldades do país, consequentes das políticas despesistas e comprometedoras do futuro, perpetradas pelo Governo de Sócrates, que estão a sufocar os portugueses e limitam a acção do governo em diversos sectores da Economia.
No que se refere à participação dos TSD no congresso os participantes na reunião congratularam-se pelo facto de se ter conseguido a melhor representação de sempre de TSD´s no Conselho Nacional do PSD, e por um dos vice-presidentes desta estrutura - Manuel Pereira Gomes - ter sido um dos eleitos em representação da estrutura dos TSD Porto.
Foi destacada a aprovação da proposta temática dos TSD, apresentada pelo Secretário Geral dos TSD- Dr. Pedro Roque, denominada "EM NOME DO FUTURO – REGENERAR PORTUGAL" sob o mote de uma frase proferida pelo fundador do nosso partido - Dr. Francisco Sá Carneiro, que dizia:
“É necessária uma política de austeridade. Mas impõe-se que essa política de austeridade não recaia, especialmente, sobre as classes trabalhadoras. É preciso que ela se integre numa política
de relançamento da nossa economia. Sem isto não há austeridade que valha a pena”.
Entre outros assuntos, foram abordadas diversas questões sobre o funcionamento das estruturas sectoriais e da relevância que os TSD tem vindo a ter no quadro da manutenção da paz e tranquilidade social, nomeadamente no contexto do compromisso assumido para a competitividade e o emprego, que foi alvo de tributo pelo próprio Presidente do PSD - Dr. Pedro Passos Coelho - no discurso de abertura do XXXIV Congresso do PSD, cujo extrato que se transcreve:
"Não levarão a mal que eu aqui queira distinguir, em particular, as nossas organizações autónomas. Eu julgo que não tendo nunca feito parte dos TSD, ninguém tem dúvidas do respeito que nós temos pela nossa organização de trabalhadores. Eles estão hoje frequentemente na posição mais difícil, porque é justamente nessa área que a demagogia mais fácil é feita todos os dias e eles sabem resistir a essa demagogia e sabem discutir e argumentar por aquilo que não é mais simples, mas que tem mais força. Eu sei que os TSD também tiveram uma relevância muito grande para que pudéssemos chegar ao acordo tripartido que foi possível realizar em Portugal e quero aqui reconhecer esse tributo."
Foram ainda discutidas as razões das dificuldades do país, consequentes das políticas despesistas e comprometedoras do futuro, perpetradas pelo Governo de Sócrates, que estão a sufocar os portugueses e limitam a acção do governo em diversos sectores da Economia.
No final da reunião foi relevada a eficácia e intervenção dos delegados do PSD do distrito do Porto, designadamente no que concerne à logística e à aprovação da proposta temática "COESÃO TERRITORIAL: Um Imperativo Nacional para Um País mais Justo e Sustentável" que tinha como primeiro subscritor o Presidente da Comissão Politica Distrital - Dr. Virgílio Macedo.
quarta-feira, 28 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Executivo da Câmara de Matosinhos enxovalha os trabalhadores do município.
COMUNICADO
O Secretariado Distrital dos TSD - Trabalhadores Sociais-democratas do distrito do Porto vem, perante a notícia publicada no Jornal de Noticias do passado sábado, dia 17 de Março, expressar a sua maior repulsa sobre a forma como os trabalhadores da autarquia de Matosinhos foram tratados publicamente pelos dirigentes daquele executivo camarário.
Perante os factos relatados, entende este secretariado tecer as seguintes considerações:
É desde há muito evidente que o Executivo da Câmara Municipal
de Matosinhos, liderado pelo Sr. Guilherme Pinto, tem sido um veiculo de
colocação de “boys” e de negócios de duvidosa legalidade que visam favorecer
certas e determinadas clientelas da Federação Distrital do PS Porto e do PS de
Matosinhos. Tais evidências têm sido por demais retratadas pela concelhia do
PSD de Matosinhos, que tem publicamente denunciado práticas que regra geral se
configuram casos em que se contorna à legalidade dos procedimentos instituídos
em prol de fins que não cabem naquilo que deverá constituir o efetivo bem
público.
Perante a notícia publicada - que se apensa a este
comunicado – não resta outra alternativa senão a de lamentar publicamente este
caso e denunciá-lo como um efetivo e cobarde ataque do executivo daquela câmara
a trabalhadores da autarquia, perfeitamente gratuito e sem qualquer sentido,
que entendemos como absolutamente inaceitável.
- É inadmissível que em praça pública o vice-presidente replique e adjetive alguns trabalhadores da autarquia como “faltosos”, “conflituosos”, “demasiado velhos”, “com dificuldades de relacionamento” e possuidores de “perturbações de foro psicológico”;
- É inadmissível que esse seja o principal mote para justificar a necessidade de contratar 20 “boys” através de um outsourcing, quando para mais a CMM conclui que existem pessoas disponíveis e com formação … mas que não vão trabalhar no Gabinete do Munícipe porque … porque não vão trabalhar lá!
Não podemos ainda deixar de observar que o efetivo necessário
para referido gabinete representa cerca de 1% do quadro do pessoal ao serviço
do Município. E certamente, não nos alheamos do facto do Gabinete de apoio ao
Munícipe não ser uma valência a prazo, mas sim um serviço de valor acrescentado
para os cidadãos de Matosinhos, e por isso não se justificar a existência desse
serviço numa perspetiva de prestação de serviços.
Mas, acima de tudo, importa-nos perceber se o caso em
apreço resulta do executivo da CMM julgar não possuir competências para gerir o
pessoal (quando as têm), ou se trata de uma mais uma estratégia habilidosa e
indecorosa de justificar um futuro outsourcing (e nesse caso a prestadora de
serviços “escolherá” os trabalhadores para o serviço.. ), nem que para isso
tenha de tratar os seus trabalhadores de uma forma indigna e desonrosa!
Reflexão final:
Que Partido Socialista é este que persegue e desonra os trabalhadores em público?
Que Partido Socialista é este que persegue e desonra os trabalhadores em público?
Até onde ele poderá chegar para atingir os seus objectivos?
Porto, 21 de maio 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Convite: Apresentação da Moção Temática dos TSD
Caros companheiros e Delegados ao XXXIV Congresso do PSD:
Os TSD dos distrito do Porto têm o prazer de convidar todos os Militantes e Trabalhadores Social Democratas do Distrito do Porto para a sessão de apresentação da Moção temática a apresentar pelos TSD no âmbito do XXXIV Congresso do PSD, que terá lugar nos próximos dias 23 a 25 de Março.
A sessão será realizada na sede distrital do PSD Porto no próximo sábado, dia 17 de março, pelas 10:30 horas e contará com a presença do Secretário-Geral dos TSD - Dr. Pedro Roque.
Será sem duvida uma excelente oportunidade para debater não só a referida proposta mas tambem algumas duvidas e preocupações com que nos debatemos no dia a dia.
Certo da sua presença despeço-me com as mais
Cordiais Saudações Social Democratas
O Secretariado Distrital do Porto dos TSD
Subscrever:
Comentários (Atom)






